segunda-feira, 29 de abril de 2013

O violinista do Titanic, a fraternidade e a ética

Não gosto de best-sellers e filmes campeões de bilheteria. Prefiro ler "Memórias de Adriano" (1951) de Marguerite Yourcenar do que "Aeroporto" de Arthur Hailey ou "Medico de Homens e de Almas" de Taylor Caldwell. No cinema, escolheria “Suplício de uma Alma” (1956) de Fritz Lang que está anos luz na frente do lacrimoso “Titanic” de James Cameron. Todavia, uma sequência do “Titanic” vale por toda aquela água derramada na tela: é a cena dos músicos que continuam tocando enquanto o transatlântico da Classe Olympic ia a pique. Num certo momento, quando não é mais possível escapar do naufrágio, os músicos prosseguem tocando o clássico “Nearer My God To Thee” (Mais perto de Ti, Meu Deus). 
Isso aconteceu de fato. O grupo de músicos que tocava ragtime para distrair os passageiros, enquanto o Titanic singrava entre ondas e gelo em direção à tragédia [leia mais em  http://josemauricioguimaraes.com.br/ekislibris/o-violinista-do-titanic-a-verdadeira-historia-de-amor]

Nenhum comentário: